O ‘Quero Ser Grande’ é um projeto que venho postergando há alguns anos. Na verdade, por mais estúpido que pareça, essa deve ser a milésima vez que sento em frente ao computador e sou derrotado por essa página de “Sobre” antes de clicar (definitivamente) no botão de publicar. Minha doença é grave, mas felizmente já foi diagnosticada. Segundo a minha terapeuta eu sofro de…

Perfeccionismo agudo.

E o perfeccionismo mata (as ideias). Os sintomas são sutis, mas o desfecho é sempre trágico e deixa para trás aquela sensação de impotência. Você pode até se entupir dessas fórmulas de produtividade que empurram por aí, mas o único remédio que funciona (de verdade) é aquele amargo: tocar o foda-se e dar a cara a tapa.

Então prepara a bofetada.

Todo projeto nasce (ou deveria nascer) com algum propósito. O do ‘Quero Ser Grande’ é claro e contundente: evitar minha total e completa falência psicológica precoce. Parece um apelo dramático, mas você há de convir que nem tanto quando se é um dos (nem sempre) felizes proprietários de 4 empresas e responsável direto por quase 50 funcionários. Perco muito tempo mergulhado em problemas operacionais e pouco tempo refletindo, criando conteúdo e me tornando quem realmente quero ser. A solução?

Um auto-guia (despretensioso) de desenvolvimento pessoal.

Uma espécie de diário, onde pretendo traçar uma linha mestra e escrever/gravar sobre temas realmente relevantes para o meu crescimento. Não tenho um formato ou frequência definida, pela primeira vez vou deixar as expectativas em segundo plano e seguir o curso natural das coisas. ‘Ser Grande’ (para mim) não tem como meta final grana, fama ou curtidas no Instagram. ‘Ser Grande’ é me desafiar, me expor e me conectar até me tornar alguém digno de minha própria admiração.

Se identificou?

Então pula dentro e vamos juntos. Não prometo as melhores rotas e nem que chegaremos ilesos, mas desconfio que a recompensa do destino vale(rá) a pena.

Adendo: Por que o Kim Jong-Un?

Você pode estar se perguntando por que escolhi esse ditador lunático da Coréia do Norte como “garoto propaganda” do projeto. É lógico que não compactuo com regimes autoritários e (por enquanto) não planejo recorrer a armas de destruição em massa para conquistar meus objetivos pessoais. Agora você há de convir: provavelmente não existe hoje no mundo alguém mais obstinado, barulhento e sem noção do ridículo que esse cara. Captou a referência (satírica)? 👌🏼